domingo, 16 de dezembro de 2007

Ah, o tédio...

sábado, 15 de dezembro de 2007

Casabarco

Took a trip on a houseboat, it was fun, you and me. I know you're really in love with him. Are you up to your knees? I'm always in decline, always changing my lines, always changing my mind. To be a friend is fine.

I won't go sinking this houseboat. It's so hard to believe. He made you smile so easy, so make a smile for me. Will I always be denied? I thought about it last night. Could we baby, honey try to put it right this time? How I've wanted to change!, let you take me home, let you rearrange. To find opportunity you should give yourself to me, you should give yourself to me.

Camera Obscura
A tal da janela

Não sei se o que estou fazendo é certo. Mas diante da insistente pergunta "é essa sua verdadeira vontade?", preciso admitir que sim. Costumo relacionar vontade com sentimento. Vontades não costumam ser coerentes, vêm do nada, de repente e se esparramam por toda a cabeça, martelam, incomodam, até que sejam realizadas. E é disso, de coerência, que estou abrindo mão ao tentar calar minha razão - que, por sinal, berra desesperadamente indicando o sentido contrário - e me deixar levar pela emoção. Eu, que tanto estimo a tal coerência...

Não sou emocional, pelo contrário, costumo ser muito racional, calculista. É que o errado se mostra tão terrivelmente irresistível algumas vezes que até deixa de parecer tão errado. Mas até para agir de maneira supostamente irracional eu raciocino: se não puder errar aos vinte, vou errar quando?
E como a gente insiste em perder aquilo que nunca teve, e achar que sente falta.


(...) don't be scared of losing something that you never had.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Então me vêm à mente tantos outros medos que eu já venci, tão maiores que esse. As cores todas que eu vi. Sofrer, às vezes, perde a graça.



Acabou chorare, ficou tudo lindo de manhã cedinho. (...) Talvez pelo um buraquinho invadiu-me a casa, me acordou na cama. Tomou o meu coração e sentou na minha mão.
Não há sensação pior do que a derrota. Sentir-se incapaz, impotente. É como se houvesse um peso insuportável sobre os ombros, que, vencidos, se deixam cair. E, assim, só o que os olhos vêem é o chão. Qualquer resquício de esperança desaparece. É realmente difícil manter-se confiante em alguns momentos. E é nessas horas que recomenda-se o único bom remédio que eu conheço para dores diversas, especialmente as do coração. Parente próximo do soro caseiro e, assim como ele, sem contra-indicações. Só chorar alivia essa dor que faz parecer que o peito vai explodir. Assim, devagar, o coração vira nuvem outra vez.

sábado, 29 de setembro de 2007

A eterna batalha entre a solidão e a má companhia.